Existe mofo no seu café?

Boletim de notícias: Seu café pode vir com mais força do que apenas cafeína. Pesquisadores da Universidade de Valência analisaram mais de 100 cafés vendidos na Espanha e encontraram muitos testes positivos para micotoxinas, um metabólito tóxico produzido pelo mofo. (Confira estas 11 estatísticas de café que você nunca soube.)

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O estudo, publicado em Controle de Alimentos, confirmaram a presença de vários tipos diferentes de micotoxinas em níveis que variam de 0,10 a 3.570 microgramas por quilograma. Se você está pensando que um subproduto do mofo não é bom para sua saúde, você está certo: ingerir ou inalar muito metabólitos pode levar à micotoxicose, onde as toxinas entram na corrente sanguínea e no sistema linfático e podem causar uma ampla gama de sintomas gastrointestinais, dermatológicos e neurológicos, incluindo, nos casos mais graves, morte.

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O único tipo de micotoxina que é realmente regulamentada na Europa desde que foi conectada a doenças renais e tumores uroteliais, a ocratoxina A, medida seis vezes o limite legal.

No entanto, os pesquisadores foram rápidos em apontar que realmente não sabemos se os níveis confirmados no café são realmente altos o suficiente para serem prejudiciais. E essa ideia é ecoada por David C. Straus, Ph.D., professor de imunologia e microbiologia molecular na Texas Tech University, que não participou do estudo. 'As micotoxinas podem ser perigosas em uma substância alimentar como o café, mas não se sabe quais são os níveis tóxicos nos seres humanos porque nunca foram estudados', explica ele. (Porém, as bactérias nem sempre são ruins. Saiba mais em Como solicitar um amigo: Posso comer comida mofada?)

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Além disso, existem muitas micotoxinas diferentes, que podem ser bastante diferentes em termos de toxicidade, aponta Straus; portanto, níveis específicos de toxicidade teriam que ser determinados para todos os tipos encontrados no café.

Tanto os pesquisadores quanto Straus concordam que é difícil dizer se essas descobertas devem alertá-lo para sua correção diária, mas ambos também concordam que mais pesquisas devem ser feitas para avaliar o risco real à saúde pública.

Até lá, tome cafeína com cautela.

  • Por Rachael Schultz
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